Em algum momento você já deve ter escutado ou pensado “Como será uma escola ideal?”
Uma instituição que possua processos ágeis, custos baixos, excelência pedagógica, elevado conceito na comunidade em que está inserida, entre outros que fariam dela a “escola dos sonhos”.
Dessa forma, assim como ocorre, por exemplo, entre empresas de outros setores da economia (como indústrias e prestadoras de serviços) estamos sempre em busca do modelo ideal para o nosso negocio. Ou seja, procuramos aquela instituição em que aparentemente tudo funciona e os resultados são excelentes.
Esta é uma eterna busca, pois mesmo as empresas consideradas “ideais” estão sempre em constante processo de mudança. Elas dificilmente chegaram à posição em que se encontram “apenas copiando” seus concorrentes. Mais do que isso, perceberam que , o que realmente existe são organizações distintas com aplicações e processos específicos para o seu negocio que procuram sempre serem instrumentos para tornarem os seus colaboradores mais produtivos.
Com as escolas não é diferente. Cada uma tem a sua cultura (muitas vezes baseada no pensamento do seu fundador). Este fator já é mais do que suficiente para diferenciar as instituições de ensino e demonstrar como cada uma delas é única.
Um dos significados de ser “única” refere-se à transparência adotada pela escola, por meio da qual as pessoas conhecem e compreendem a sua estrutura e funcionamento, bem como sabem aquilo que a instituição espera delas. Junto a essas premissas, a escola deve monitorar as outras variáveis que fazem parte do seu dia-a-dia, como por exemplo, mudanças que possam ocorrer na comunidade e com isso gerar possíveis oportunidades, tendências econômicas, bem como conhecer as dificuldades enfrentadas pelo setor e as soluções que estão sendo adotadas.
Porém toda grande empresa/instituição “modelo” sabe que um dos principais pilares responsáveis pelo seu sucesso está baseado no desempenho dos seus colaboradores.
Por isso buscam compreender quais são as necessidades dos seus profissionais e o que realmente importa para que eles possam executar o seu trabalho. Pois hoje nos deparamos com um novo perfil de colaborador, cuja força está na sua preparação e na capacidade de gerar valor para a escola.
A escola “modelo” não se contenta apenas em acompanhar as mudanças para sobreviver, ao contrario, ela está sempre um passo à frente, sendo o agente que produz as mudanças sempre a seu favor, aumentando cada vez mais o espaço entre ela e a concorrência, criando seu próprio mercado, tornando-se única e admirada pelas demais.
Carlos Suco |